Resenha: Os Irmãos Karamázov

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Tá, tudo bem, eu confesso, tenho uma queda pelos clássicos, assumo, mas que atire a primeira pedra quem nunca se embrenhou e se perdeu por estas paragens. Pronto, falei!!! E que paragens, rsrsrs…

Bom, meu primeiro contato com Dostoiévski começou com Crime e Castigo, nos idos de 1999, e, categoricamente, me vi impelida, rendida e apaixonada por Raskólnikov, o anti-herói. Sofri com a sua crise, com a sua sina, e não conseguia, ou não queria, aceitar que uma pessoa com aquela alma, índole e discernimento pudesse ter sido levado a cometer tamanha loucura. Ali, compreendi que o talentoso mestre russo não havia nascido para ficar à paisana e nem tampouco para perder tempo floreando sonhos intangíveis e imaculados; se a vida demonstrava sinais de brevidade, então, que fosse intensamente vivida.

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Resenha: Sherlock Holmes

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Sempre fiquei intrigada com o Sherlock. Sua personalidade, um tanto quanto difícil, sua mente perspicaz, seus métodos atípicos, mas no fundo, um bom amigo, um curioso e com um senso de justiça bem particular.

É claro que você vai lembrar da frase “elementar, meu caro Watson”, mas saiba que esta belezinha não foi cunhada por Arthur Conan Doyle para a sua mais famosa personagem – Sherlock Holmes – mas sim, pelo ator e dramaturgo William Gilette, creiam, para o teatro. Uma das mais eloquentes peripécias das adaptações do nosso querido detetive.

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