Resenha: O Ponto de Mutação

O Ponto de Mutação.

Ainda que os cientistas consigam desbravar o cérebro humano chegando ao ponto de rastrear a origem dos pensamentos, ainda assim, existirá a intuição. Nada contra quem faz pouco caso ou desconsidera, mas para mim – Elaine – ela funciona como uma bússola e foi seguindo seu rastro que alcancei o Fritjof. Um lance curiooso em meio a tudo isto é a necessidade, vigorosa, de uso do bom e velho clichê “tudo ao seu tempo”… “Tudo ao seu tempo” porque, na verdade, lembro de um período em que via um exemplar, do meu antigo chefe, perambulando pelas prateleiras do consultório em que trabalhava e não dava bola; entretanto, quando assisti ao filme, em 2008, comecei a transar suas ideias, e, em 2011, enquanto cursava um componente de Psicologia do Desenvolvimento Humano, lembro de me haver identificado bastante, mas somente agora surgiu a oportunidade no tempo-espaço para que estreitássemos o tete-a-tete, então…

Como sempre sou levada a pecar pelo excesso, quem sabe Freud ou Jung expliquem isso?, vou bater papo, apenas, sobre o capítulo 1 – CRISE E TRANSFORMAÇÃO, pois, também aqui, acredito que tenha muito pano pra manga. Oxalá Chronos me permita elucubrar sobre tudo!

“Os novos conceitos em física provocaram uma profunda mudança em nossa visão do mundo: passou-se da concepção mecanicista de Descartes e Newton para uma visão holística e ecológica, que reputo semelhante às visões dos místicos de todas as épocas e tradições. 

A nova concepção do universo físico não foi facilmente aceita, em absoluto, pelos cientistas do começo do século. A exploração do mundo atômico e subatômico colocou-os em contato com uma estranha e inesperada realidade que parecia desafiar qualquer descrição coerente. Em seu esforço de apreensão dessa nova realidade, os cientistas tornaram-se irremediavelmente conscientes de que seus conceitos básicos, sua linguagem e todo o seu modo de pensar eram inadequados para descrever fenômenos atômicos. Seus problemas não eram meramente intelectuais; remontavam ao significado de uma intensa crise emocional e, poderíamos dizer, até mesmo existencial. Foi preciso muito tempo para que superassem essa crise, mas, no final, foram recompensados por profundos insights sobre a natureza da matéria e sua relação com a mente humana” (CAPRA, 2006, p. 15).

No universo acadêmico, Capra explicita a importância de teorias cuja abordagem vão confrontar o cartesianismo newtoniano, a desmistificação e a inserção da visão sistêmica e holística enquanto vias de conhecimento do homem, além de agregar referências do I Ching, do universo espiritualista (taoismo e budismo), da ecologia e, para arrematar, valoriza o movimento feminista e toda a sua importância dentro de um universo atrelado ao patriarcado.

Isso, para os nossos dias, pode não significar muita coisa no sentido de que já estamos empoderados no tocante a todos estes conceitos e bandeiras de luta, todavia, em 1982, quando do lançamento do seu livro e quando do boom políticoeconômico (espectros da Guerra Fria, diversos golpes militares, ameaça nuclear…), não deve ter sido o contexto mais convidativo, mas nem por isso deixou de ser o momento ideal. Ele viveu sua condição de físico, pensador e ativista do seu tempo, que não logrou espaço à descrença, e enfrentou as engrenagens e a meritocracia da década de 80.

“A ameaça de guerra nuclear é o maior perigo com que a humanidade hoje se defronta, mas não é absolutamente o único. Enquanto as potências militares ampliam seu arsenal letal de armas nucleares, o mundo industrial atarefa-se na construção igualmente perigosa de usinas nucleares que ameaçam extinguir a vida em nosso planeta. Há 25 anos, líderes mundiais decidiram usar os chamados ‘átomos para a paz’ e apresentaram a energia nuclear como a fonte energética do futuro: confiável, limpa e barata. Hoje estamos nos tornando, de forma irremediável, conscientes de que a energia nuclear não é segura, nem limpa e nem barata. Os 360 reatores nucleares que operam atualmente no mundo inteiro e as centenas de outros em processo de instalação converteram-se numa gravíssima ameaça ao nosso bem-estar. Os elementos radiativos liberados por reatores nucleares são exatamente os mesmos que caem sobre a Terra após a explosão de bombas atômicas. Milhares de toneladas desse material tóxico já foram descarregados no meio ambiente em consequência das explosões nucleares e de vazamento de reatores. Uma vez que continuam se acumulando no ar que respiramos, nos alimentos que comemos e na água que bebemos, nosso risco de contrair câncer e doenças genéticas continua aumentando. O mais tóxico desses venenos radiativos, o plutônio, um elemento físsil, é empregado na fabricação de bombas atômicas. Assim, a energia nuclear e as armas nucleares estão inextricavelmente ligadas, sendo apenas aspectos diferentes da mesma ameaça à humanidade” (CAPRA, 2006, p. 22).

Pode parecer redundante, mas vamos citar a devastação causada pelo uso de bombas nucleares nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, durante a Segunda Guerra Mundial, e também vamos lembrar de alguns dos acidentes nucleares ocorridos como, por exemplo, o de Chernobyl – 1986, Goiânia – 1987 e o de Fukushima – 2011, pois no que tange aos agravos, as consequências vão muito além da morte; uma série de sequelas ambientais se manifestarão por anos à fio, bem como milhares de pessoas verão suas vidas cerceadas por conta da contaminação, da necessidade de tratamento intensivo, neoplasias, problemas psicológicos e uma série de circunstâncias que incidirão diretamente nas economias de seus respectivos países/ estados/ nações/ previdência/ sistemas de saúde/ e toda uma cadeia de envolvimentos…

“Além da poluição atmosférica, nossa saúde também é ameaçada pela água e pelos alimentos, uma e outros contaminados por uma grande variedade de produtos químicos tóxicos. […] Além disso, as ameaças à nossa saúde através da poluição do ar, da água e dos alimentos constituem meros efeitos diretos e óbvios da tecnologia humana sobre o meio ambiente natural. Efeitos menos óbvios mas possivelmente muitíssimo mais perigosos só recentemente foram reconhecidos, e ainda não foram compreendidos em toda a sua extensão. Contudo, tornou-se claro que nossa tecnologia está perturbando seriamente e pode até estar destruindo os sistemas ecológicos de que depende a nossa existência” (CAPRA, 2006, p. 23).

Em 2011, Silvio Tendler, através do documentário O Veneno Está Na Mesa, escancarou os malefícios do uso desenfreado dos agrotóxicos, bem como a resultante da sua ação devastadora sobre todo um ciclo de vida e perpetuação, a começar pelo uso direto pelos agricultores que, a partir de então, mesmo paramentados, já começam a envenenar-se quando da aspersão do produto diretamente nas lavouras, ficando, assim, vulneráveis e aptos a desenvolverem toda a sorte de neoplasias; em contrapartida, na etapa última da linha de montagem dos negócios, encontra-se o consumidor final que, desinformado, acaba levando a escória para a mesa. Lembremos que, ainda que você não consuma tais alimentos (há quem acredite nisso), nenhum de nós passa incólume às consequências porque, simplesmente, todos, em algum momento, arcaremos com o ônus maquiado sob a forma de serviços de saúde cada vez mais sobrecarregados, onde o governo terá que estabelecer medidas para garantir que todo cidadão possa usufruir dos seus direitos pautados e assegurados na Constituição Federal Brasileiraartigo 196da saúde, bem como a previdência terá que dar subsídio financeiro para estas pessoas, além, é claro, de uma série de situações para as quais não estamos preparados para lidar nunca como, por exemplo, o aumento no valor dos produtos finais que consumiremos (muitas vezes sob a falsa égide de produtos orgânicos. Quem pode garantir? Será mesmo que os órgãos competentes têm pernas para fiscalizar tudo?), a inflação que gira feito mosca zombeteira em cima de tudo que se consome, e, sem falar no sem fim de impostos para os quais já não suportamos mais ouvir qualquer menção.

A cadeia de eventos é sempre maior do que aquela que nos é apresentada, rapidamente, nas reportagens promovidas pelas redes de telecomunicações, que farão de tudo para abafar ou minimizar o caos, afinal, muitos são aqueles que estão com seus rabos presos nos mais diversos cartéis espalhados por esse mundão de meu Deus. O buraco, é sempre mais embaixo e, com certeza, a Bayer, Syngenta, Basf, Monsanto, Dow e companhia limitada sabem bem disso, mas o povo não (quem assistiu ao filme Erin Brokovich sabe bem do que estou falando, pois para que a personagem da Julia Roberts, juntamente com a equipe de advogados, conseguisse levar aos tribunais a empresa responsável, tanto pela poluição da água por meio do cromo quanto pela série de neoplasias que acometeu a população adscrita, não foi nada fácil. E note-se que, também este filme, foi pautado em fatos reais).

Já neste outro trecho, Capra ressalta a existência daquilo que chamará de as Três Transições, bem como suas devidas considerações.

A primeira transição, e talvez a mais profunda, deve-se ao lento, relutante, mas inevitável declínio do patriarcado. A periodicidade associada ao patriarcado é de, pelo menos, três mil anos, um período tão extenso que não podemos dizer se estamos diante de um processo cíclico ou não, pois são mínimas as informações de que dispomos acerca das eras pré-patriarcais. O que sabemos é que, nestes últimos três mil anos, a civilização ocidental e suas precursoras, assim como a grande maioria das outras culturas, basearam-se em sistemas filosóficos, sociais e políticos ‘em que os homens – pela força, pressão direta, ou através do ritual – determinam que papel as mulheres devem ou não desempenhar, e no qual a fêmea está em toda parte submetida ao macho'”. […] A segunda transição, que terá um profundo impacto sobre nossa vida, nos é imposta pelo declínio da era do combustível fóssil. […] Os combustíveis fósseis estarão esgotados por volta de 2300, mas os efeitos econômicos e políticos desse declínio já estão sendo sentidos. […] A terceira transição também está relacionada com valores culturais. Envolve o que hoje é frequentemente chamado de mudança de paradigma – uma mudança profunda no pensamento, percepção e valores que formam uma determinada visão da realidade” (CAPRA, 2006, p. 28-29).

E traz ainda a concepção chinesa concernente ao Yin e ao Yang para desmistificar posturas que ainda subjugam as mulheres. Inclusive, verificaremos que tal analogia será bastante contemplativa para aquilo que ele chama de Método Racional e Método Intuitivo, que bem se aplica às diversas posturas de competição e subjugação, em detrimento de posturas cooperativas e/ou de lideranças compartilhadas.

“Na concepção chinesa, portanto, parecem existir duas espécies de atividade: uma, em harmonia com a natureza e outra, contrária ao fluxo natural das coisas. Não é alimentada a ideia de passividade, a ausência completa de qualquer ação. Logo, a frequente associação ocidental do yin e do yang com os comportamentos passivo e ativo, respectivamente, não parece compatível com o pensamento chinês. Em vista das imagens originais associadas aos dois polos arquetípicos, diríamos que o yin pode ser interpretado como correspondente à atividade receptiva, consolidadora, cooperativa; o yang, à atividade agressiva, expansiva e competitiva. A ação yin tem consciência do meio ambiente, a ação yang está consciente do eu. Em terminologia moderna, poderíamos chamar à primeira ‘eco-ação’ e à segunda, ‘ego-ação’. […] O racional e o intuitivo são modos complementares de funcionamento da mente humana. O pensamento racional é linear, concentrado, analítico. Pertence ao domínio do intelecto, cuja função é discriminar, medir e classificar. Assim, o conhecimento racional tende a ser fragmentado. O conhecimento intuitivo, por outro lado, baseia-se numa experiência direta, não intelectual, da realidade, em decorrência de um estado ampliado de percepção consciente. Tende a ser sintetizador, holístico e não-linear. Daí ser evidente que o conhecimento racional é suscetível de gerara atividade egocêntrica, ou yang, ao passo que a sabedoria intuitiva constitui a base da atividade ecológica, ou yin” (CAPRA, 2006, p. 36-37).

Em determinado momento, a abordagem de alguns aspectos da sociedade – que neste fragmento parece ser igual em qualquer parte do mundo – surge como que, acredito eu, para representar uma série de pessoas em algum período de suas vidas, afinal, se você não vive sob uma redoma, também já deve ter sentido na pele esse tipo de emoção.

“Nossa cultura orgulha-se de ser científica; nossa época é apontada como a Era Científica. Ela é dominada pelo pensamento racional, e o conhecimento científico é frequentemente considerado a única espécie aceitável de conhecimento. Não se reconhece geralmente que possa existir um conhecimento (ou consciência) intuitivo, que é tão válido e seguro quanto o outro. Essa atitude, conhecida como cientificismo, é muito difundida, e impregna nosso sistema educacional e todas as outras instituições sociais e políticas. Quando o presidente Lyndon Johnson necessitou de conselhos acerca da guerra no Vietnam, seu governo recorreu a físicos teóricos – não porque eles fossem especialistas em métodos de guerra eletrônica, mas por serem considerados os sumos sacerdotes da ciência, os guardiães do conhecimento supremo. Podemos agora dizer, em retrospecto, que Johnson teria sido muito mais bem servido se procurasse os conselhos de alguns poetas. Mas isso, naturalmente, era – e ainda é – impensável” (CAPRA, 2006, p. 38).

Johnson pode até não ter procurado os poetas, mas a história nos mostra que Gandhi e Mandela não titubearam quanto à esse aspecto. Entretanto, e é preciso que sejamos bem sinceros, apesar de todo estímulo que nos rodeia, ainda temos dificuldade de praticar a consciência intuitiva, a prática holística, humanizada, e isso reverbera contra nós. Nas universidades, por exemplo, multiplica-se tanto o discurso da humanização, dispomos de tantas referências – Merhy, com suas Tecnologias Leves, Duras e Leves-Duras, Paulo Freire, Bourdieu, dentre outros – mas, no final das contas, o que persevera sempre é, pura e exclusivamente, a técnica. Acabamos sempre vencidos pela racionalização, mesmo sabendo que a arte salva, que a poesia salva, que a dança salva, que a literatura salva, que a filosofia salva, que a psicoterapia salva, que um sorriso e um abraço apertado também salvam. Aí te pergunto, estamos tão distantes assim dos autômatos do Orwell ou do Huxley? Esquecem-se da alma, mas não é ela quem dá vida ao corpo? E lembrar da alma faz de ti um fraco, um perdedor? Talvez sim, se sua pretensão for o mundo das competições extenuantes da selva de pedra, mas talvez não, se você se aceitar como é e buscar os outros tantos que por aí também possuem as mesmas ideias. Ser e se saber quem se é, sendo, já é bastante caminho andado. E os caminhos são sempre os grandes condensadores dos sonhos.

“A exploração da natureza tem andado de mãos dadas com a das mulheres, que têm sido identificadas com a natureza ao longo dos tempos. Desde as mais remotas épocas, a natureza – e especialmente a terra – tem sido vista como uma nutriente e benévola mãe, mas também como uma fêmea selvagem e incontrolável. Em eras pré-patriarcais, seus numerosos aspectos foram identificados com as múltiplas manifestações da Deusa. Sob o patriarcado, a imagem da natureza converteu-se numa imagem de passividade, ao passo que a visão da natureza como selvagem e perigosa deu origem à ideia de que ela tinha de ser domada pelo homem. Ao mesmo tempo, as mulheres foram retratadas como passivas e subservientes ao homem. Com o surgimento da ciência newtoniana, finalmente, a natureza tornou-se um sistema mecânico que podia ser manipulado e explorado, o que coincidiu com a manipulação e a exploração das mulheres. Assim, a antiga associação de mulher e natureza interliga a história das mulheres e a do meio ambiente e é a fonte de um parentesco natural entre feminismo e ecologia que está se manifestando hoje em grau crescente” (CAPRA, 2006, p. 39).

Conquistar, explorar, extirpar, secar, adoecer, abandonar… Estava pensando nos veios de pedras preciosas que tínhamos espalhados por esse imenso Brasil, mas tal analogia também se enquadraria perfeitamente na realidade de milhares de mulheres.

“A noção do homem como dominador da natureza e da mulher e a crença no papel superior da mente racional foram apoiadas e encorajadas pela tradição judaico-cristã, que adere à imagem de um deus masculino, personificação da razão suprema e fonte do poder último, que governa o mundo a partir do alto e lhe impõe sua lei divina. As leis da natureza investigadas pelos cientistas eram vistas como reflexos dessa lei divina, originada no espírito de Deus” (CAPRA, 2006, p. 40).

As poucas referências às mulheres, enquanto deusas da natureza, ficaram atreladas à mitologia grega, às santas católicas, aos orixás e… E? Ah! Tá!! Todas submetidas a um Deus maior.

Acho tão curioso pensar que estudamos Galileu, Newton, Da Vinci, Descartes, Kant, Sócrates e tantos outros, ao passo que me pergunto, onde estavam as mulheres? Elas também não vivenciaram esse tempo? Será que sempre estiveram relegadas à cozinha ou, simplesmente, eram ignoradas e vistas apenas como a fêmea quando surgia a conveniência? Será ainda que temos que engolir a visão de que, dentre as poucas que ousaram rebelar-se, todas eram bruxas e pecadoras e insanas e histéricas e prostitutas  e por isso foram queimadas nas fogueiras da inquisição? E leia-se fogueiras da vida, porque inúmeras foram as formas de cerceamento (da impossibilidade da educação ao voto, trilhas e mais trilhas de obstáculos). Isso tudo é tão arbitrário, tão absurdo que chega a parecer piada de pasquim, mas não é, é a realidade. Ainda hoje somos subjugadas, ainda hoje as questões de gênero são tratadas como mimimi, mas até quando?

Fato mesmo é que, enquanto as consciências racional e intuitiva não voltarem às pazes, não falarem em uníssono, muito desequilíbrio será concebido e, de igual forma, negligenciado. No mais, só posso dizer que agradeço, meu querido, agradeço sua visão de mundo e o fato de tê-la compartilhado. Quem sabe ainda teremos juízo antes do fim? Bonitinha mesmo é a sua lista de agradecimentos, dentre as quais, essa em especial “às mulheres de minha vida, especialmente minha avó e minha mãe, por seu amor, apoio e sabedoria“. Ler isso, irremediavelmente, me levou ao Carlos Prestes, que me levou à Olga Benário, que me lembra que suas histórias de vida e de luta ainda passarão por aqui, qualquer dia desses.

Até breve!

* CAPRA, Fritjof. O Ponto de Mutação. São Paulo: Cultrix, 2006, 30ª reimpressão 2014.

* MERHY, Emerson. Um ensaio sobre o médico e suas valises tecnológicas. Interface – Comunic, Saúde, Educ 6, fevereiro, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/icse/v4n6/09.pdf>. Acesso em: 28/02/2016.

Filme: O Ponto de Mutação – Bernt Capra /1990

Documentário: O Veneno Está Na Mesa – Silvio Tendler /2011

Trailer: Erin Brockovich – Direção Steven Soderbergh / 2000

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