Cerne

 

amor.

O algoritmo?

Amor.

E que venha a transmutação.

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Resenha: Frankenstein

Frankenstein.

Inspirada pelas histórias de fantasmas que eram contadas por um grupo de amigos, nas reuniões promovidas em sua casa, nos chuvosos dias de 1816, Shelley pegou-se sonhando com a trama de um rapaz, um jovem cientista, que daria vida à uma criatura abominável, a abandonaria e, a partir de então, passaria a ser punido por ter ousado crer-se um Deus capaz de despertar a centelha divina em um corpo inanimado. Tal história, lançada ao público em 1818, veio a lograr muito sucesso e o interessante é que, com ela, algumas analogias ficaram eternizadas e são muito usadas até os dias de hoje, como é o caso por exemplo, da noção de personificação entre Criador e Criatura, pois Victor Frankenstein foi o cientista, ao passo que a criatura sempre fora chamado por Monstro ou Demônio, mas suas alcunhas foram embrenhadas de tal forma, que os termos acabaram se hibridizando. A outra analogia diz respeito ao Complexo de Frankenstein, muito usado para designar, na robótica – o arvorado medo dos robôs e de que eles possam acabar com a humanidade – e, na psicanálise – para abordar os aspectos da dor da rejeição, do medo, da humilhação e sua influência direta no comportamento dos indivíduos.

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Questão de opinião

Esse mundo é muito curiooso. Acho tão interessante quando uma pessoa opta por sair da sua impoluta posição de dona da verdade e se aventura a entrar na timeline alheia para, debochamente, proferir seus achaques desprovidos de argumentos, desprovidos de consistência políticoideológica e calcados meramente no preconceito, cunhados pobremente na alienação.

Eu, realmente, não tenho nada contra a opinião alheia, afinal, vivemos numa Democracia e cada um tem o direito de expressar o que quer e bem entende, inclusive, considero extremamente fortuito o confronto profícuo de ideias. E respeito tanto, tanto, a liberdade de expressão que me digno a manter tais comentários lá para que, quem sabe?, a pessoa tenha a oportunidade de reavaliar seus lapsos de acefalia ou, quiçá, se empenhe na pesquisa antes de se aventurar nos iminentes diálogos.

Confesso que, amiúde, sou deveras paciente, pois gosto de ver até que ponto uma pessoa preconceituosa pode chegar; gosto de ver os desvarios que pode cometer e as palavras de que fará passaporte para se lamentar na eternidade, afinal, os servidores do Google, creio eu, estão bem empenhados em sobreviver à uma terceira guerra mundial, a novos ataques nucleares e ao escambau a quatro.

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