Questão de opinião

Esse mundo é muito curiooso. Acho tão interessante quando uma pessoa opta por sair da sua impoluta posição de dona da verdade e se aventura a entrar na timeline alheia para, debochamente, proferir seus achaques desprovidos de argumentos, desprovidos de consistência políticoideológica e calcados meramente no preconceito, cunhados pobremente na alienação.

Eu, realmente, não tenho nada contra a opinião alheia, afinal, vivemos numa Democracia e cada um tem o direito de expressar o que quer e bem entende, inclusive, considero extremamente fortuito o confronto profícuo de ideias. E respeito tanto, tanto, a liberdade de expressão que me digno a manter tais comentários lá para que, quem sabe?, a pessoa tenha a oportunidade de reavaliar seus lapsos de acefalia ou, quiçá, se empenhe na pesquisa antes de se aventurar nos iminentes diálogos.

Confesso que, amiúde, sou deveras paciente, pois gosto de ver até que ponto uma pessoa preconceituosa pode chegar; gosto de ver os desvarios que pode cometer e as palavras de que fará passaporte para se lamentar na eternidade, afinal, os servidores do Google, creio eu, estão bem empenhados em sobreviver à uma terceira guerra mundial, a novos ataques nucleares e ao escambau a quatro.

Então, meu bens, lhes asseguro que “do muito que eu li, do pouco que eu sei…” ainda me restam algumas palavrinhas na caixola e, sendo uma curioosa, de pornografia à Carmina Burana, eu quero, SIM, saber o que se passa no mundo e deixo claro que também saberei ferir com acuidade e meter rasgando cada sílaba devidamente oportuna. Isto posto, acredito que, mais do que nunca, faz-se necessário que acalmemos os ânimos e sejamos coerentes, não só neste momento de paixões explícitas por tal partido ou despartido, mas sempre, e que façamos valer os exemplos que nos foram deixados por uma gente que soube ponderar, por uma gente que viveu na pele toda sorte de emoções, de modo que seus benditos nomes não mais saíssem de nossos recônditos. A internet está posta e disposta a contribuir, aliás, deve valer de alguma coisa não estarmos sob o jugo do totalitarismo chinês perante seus meios de comunicação; façamos, de fato, usufruto da liberdade que nos cabe em nosso país.

Não admito grosserias, porque cada palavra tem uma sentença, e se elas, as benditas palavras, não servem para agregar, fazer flutuar, refletir ou aquecer, é melhor que peses muito bem antes de usar, pois minha memória é boa pra esse tipo de coisa. Se não dá pra manter uma relação de cordialidade, tenha bom senso, seja educada como manda a política da boa vizinhança ou se despeça. Ainda assim ganharás ponto. O que não me interessa é ficar de bate-boca vadio, porque nem tempo pra isso eu tenho e, acima de tudo, não perco meu tempo com covardia. Aliás, sou e serei eternamente devotada aos que sabem comunicar as verdades no face to face, sem firulas e sem embromações. No mais, estou sempre disposta a aprender e aprecio, demais, uma boa troca. Aprecio mesmo. Nessa minha mente de encantamentos caleidoscópicos tem sempre espaço, pro velho e pro novo, e sou dada a um apaixonamento por boas conversas, aulas, livros, vozes, filmes, opiniões, pessoas e tudo o mais que surgir com uma dose de impressão de alma e vivacidade.

Tá com tempo, mas não quer se cansar com os calhamaços de História? Beleza, youtube faz as vezes de anfitrião e lhe permite se fartar, sem moderação e sem preocupação com glicose, hipertensão e nem triglicerídeos. Abuse mesmo!!

Aquele abraço!

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2 comentários sobre “Questão de opinião

  1. Adorei esse post, Lane. Parabéns.

    Todos temos direito a opiniões diferentes mas o respeito deve ser mantido independente da ideologia de cada um.

    Esse tempo louco q vivenciamos, a ordem do dia deveria ser: BOM SENSO. Pq tô de saco cheio desses papagaios q só sabem repetir o q ouvem sem sequer avaliar o que é verdade e o que é bobagem.
    Mas é isso aí. Quem tem boca fala o que quer. Só não pode esquecer que pode arcar com as consequências do que fala.

    Beijão

    Curtido por 1 pessoa

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