Resenha: Quarto de Despejo

Quarto de Despejo

18 de julho Levantei as 7 horas. Alegre e contente. Depois que veio os aborrecimentos. Fui no deposito receber… 60 cruzeiros. Passei no Arnaldo. Comprei pão, leite, paguei o que devia e reservei dinheiro para comprar Licor de Cacau para Vera Eunice. Cheguei no inferno. Abri a porta e pus os meninos para fora. A D. Rosa, assim que viu o meu filho José Carlos começou impricar com ele. Não queria que o menino passasse perto do barracão dela. Saiu com um pau para espancá-lo. Uma mulher de 48 anos brigar com criança! As vezes eu saio, ela vem até a minha janela e joga o vaso de fezes nas crianças. Quando eu retorno, encontro os travesseiros sujos e as crianças fétidas. Ela odeia-me. Diz que sou preferida pelos homens bonitos e distintos. E ganho mais dinheiro do que ela.

Surgio a D. Cecilia. Veio repreender os meus filhos. Lhe joguei uma direta, ela retirou-se. Eu disse:

– Tem mulher que diz saber criar os filhos, mas algumas tem filhos na cadeia classificado como mau elemento.

Ela retirou-se. Veio a indolente Maria dos Anjos. Eu disse:

– Eu estava discutindo com a nota, já começou a chegar os trocos. Os centavos. Eu não vou na porta de ninguem. É vocês quem vem na minha porta aborrecer-me. Eu nunca chinguei filhos de ninguem, nunca fui na porta de vocês reclamar contra seus filhos. Não pensa que eles são santos. É que eu tolero crianças.

Veio a D. Silvia reclamar contra os meus filhos. Que os meus filhos são mal iducados. Mas eu não encontro defeito nas crianças. Nem nos meus nem nos dela. Sei que criança não nasce com senso. Quando falo com uma criança lhe dirijo palavras agradaveis. O que aborrece-me é elas vir na minha porta para perturbar a minha escassa tranquilidade interior (…) Mesmo elas aborrecendo-me, eu escrevo. Sei dominar meus impulsos. Tenho apenas dois anos de grupo escolar, mas procurei formar o meu carater. A unica coisa que não existe na favela é solidariedade.

Veio o peixeiro Senhor Antonio Lira e deu-me uns peixes. Vou fazer o almoço. As mulheres sairam, deixou-me em paz por hoje. Elas já deram o espetaculo. A minha porta atualmente é theatro. Todas crianças jogam pedras, mas os meus filhos são os bodes expiatorios. Elas alude que eu não sou casada. Mas eu sou mais feliz do que elas. Elas tem marido. Mas, são obrigadas a pedir esmolas. São sustentadas por associações de caridade.

Os meus filhos não são sustentados com pão de igreja. Eu enfrento qualquer especie de trabalho para mantê-los. E elas, tem que mendigar e ainda apanhar. Parece tambor. A noite enquanto elas pede socorro eu tranquilamente no meu barracão ouço valsas vienenses. Enquanto os esposos quebra as tabuas do barracão eu e meus filhos dormimos socegados. Não invejo as mulheres casadas da favela que levam vida de escravas indianas.

Não casei e não estou descontente. Os que preferiu me eram soezes e as condições que eles me impunham eram horriveis.

Tem a Maria José, mais conhecida por Zefa, que reside no barracão da Rua B numero 9. É uma alcoolatra. Quando está gestante bebe demais. E as crianças nascem e morrem antes dos doze meses. Ela odeia-me porque os meus filhos vingam e por eu ter radio. Um dia ela pediu-me o radio emprestado. Disse-lhe que não podia emprestar. Que ela não tinha filhos, podia trabalhar e comprar. Mas, é sabido que pessoas que são dadas ao vicio da embriaguês não compram nada. Nem roupas. Os ebrios não prosperam. Ela as vezes joga agua nos meus filhos. Ela alude que eu não expanco os meus filhos. Não sou dada a violência. O José Carlos disse:

– Não fique triste mamãe! Nossa Senhora Aparecida há de ter dó da senhora. Quando eu crescer eu compro uma casa de tijolos para a senhora.

Fui catar papel e permaneci fora de casa uma hora. Quando retornei vi varias pessoas as margens do rio. É que lá estava um senhor inconciente pelo alcool e os homens indolentes da favela lhe vasculhavam os bolsos. Roubaram o dinheiro e rasgaram os documentos (…) É 5 horas. Agora que o Senhor Heitor ligou a luz! E eu, vou lavar as crianças para irem para o leito, porque eu preciso sair. Preciso dinheiro para pagar a luz. Aqui é assim. A gente não gasta luz, mas precisa pagar. Saí e fui catar papel. Andava depressa porque já era tarde. Encontrei uma senhora. Ia maldizendo sua vida conjugal. Observei mas não disse nada. (…) Amarrei os sacos, puis as latas que catei no outro saco e vim para casa. Quando cheguei liguei o radio para saber as horas. Era 23,55. Esquentei comida, li, despi-me e depois deitei. O sono surgiu logo (JESUS, 2014, p. 15-17).

“Você tem fome de quê?”

Nem a sagacidade dos Titãs, nem a vivência antropológica do Darcy Ribeiro, poderia nos contemplar de maneira tão incisiva quanto a visão dela – Carolina Maria de Jesus – moradora da favela do Canindé, São Paulo, nos idos de 1955, cuja sobrevivência dependia, paulatinamente, da sua força física (para subir e descer catando papel, metal e o que mais lhe aprouvesse), do amor que nutria pelos filhos (José Carlos, João José e Vera Eunice) e pelos quais jamais ousou desistir, do seu objetivo (escrever e publicar o livro que lhe permitiria as condições para sair da favela) e da sua fé na vida.

Sem poesia, sem hipocrisia e sem requinte, somente verdade nua e crua, explícita, na cara. Um tapa de consciência que lhe arranca do chão. Contudo, de uma humanidade que, me parece, só é reservada aos predestinados a viver sem venda nos olhos. Essa é a história dela – Carolina Maria de Jesus – guerreira implacável, pérola negra e, quem dera?, exemplo de coragem, força e perseverança.

Sim, gosto de repetir seu nome. Tenho orgulho da sua história, da sua caminhada… Penso no quanto somos fracos e nos entregamos às intempéries da vida… E, valeu Johannes Gutenberg pela invenção, não fosse isso e, talvez, jamais chegássemos a segurar estas páginas tão desafiadoras.

Que suplicio catar papel atualmente! Tenho que levar a minha filha Vera Eunice. Ela está com dois anos, e não gosta de ficar em casa. Eu ponho o saco na cabeça e levo-a nos braços. Suporto o peso do saco na cabeça e suporto o peso da Vera Eunice nos braços. Tem hora que revolto-me. Depois domino-me. Ela não tem culpa de estar no mundo.

Refleti: preciso ser tolerante com os meus filhos. Eles não tem ninguem no mundo a não ser eu. Como é pungente a condição de mulher sozinha sem um homem no lar (JESUS, 2014, p. 22).

Enquanto escrevo, penso em como seria receber um abraço e lhe ouvir as anedotas da vida, lhe enxergar os traços das batalhas cotidianas, o sorriso, o calor das palavras… Dia após dia, a fome e as ausências – de trabalho com carteira assinada, de habitação digna, de saneamento básico, de lazer, de acesso à educação, de direitos… – lhes sugaram o corpo e as forças. Mas, nem por isso deixou de sonhar. Nem por isso deixou de ser MÃE E PAI, de ser a provedora do lar em todas as instâncias, de levar os filhos para a escola e de lhes evidenciar a importância da educação, nem por isso tanta coisa…

Não sei dormir sem ler. Gosto de manusear um livro. O livro é a melhor invenção do homem (JESUS, 2014, p. 24).

Haja consciência!

… O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome tambem é professora.

Quem passa fome aprende a pensar no proximo, e nas crianças (JESUS, 2014, p. 29).

Se ela soubesse que os políticos andam afanando até as verbas da merenda escolar…

Os visinhos das casas de tijolos diz:

– Os politicos protegem os favelados.

Quem nos protege é o povo e os Vicentinos. Os politicos só aparecem aqui nas epocas eleitoraes. O senhor Cantidio Sampaio quando era vereador em 1953 passava os domingos aqui na favela. Ele era tão agradavel. Tomava nosso café, bebia nas nossas xícaras. Ele nos dirigia as suas frases de viludo. Brincava com nossas crianças. Deixou boas impressões por aqui e quando candidatou-se a deputado venceu. Mas na Camara dos Deputados não criou um progeto para beneficiar o favelado. Não nos visitou mais.

… Eu classifico São Paulo assim: O Palacio, é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos (JESUS, 2014, p. 32).

Consciência geopolítica, visão macro, noção de manipulação das massas, tudo isso era percebido por Carolina, todavia, o que não existia ao seu redor era a coesão de um grupo que pudesse batalhar pelos seus direitos e deveres, ao contrário, o fato de serem tão marginalizados pela sociedade fazia com que tomassem as iniquidades sociais por padrão de vida. Só de pensar que ainda viria a Ditadura Militar pra arregaçar com tudo, hein?

… Para mim o mundo em vez de evoluir está retornando a primitividade. Quem não conhece a fome há de dizer: ‘Quem escreve isto é louco’. Mas quem passa fome há de dizer:

– Muito bem , Carolina. Os generos alimenticios deve ser ao alcance de todos.

Como é horrível ver um filho comer e perguntar: ‘Tem mais?’ Esta palavra ‘tem mais’ fica oscilando dentro do cerebro de uma mãe que olha as panela e não tem mais.

… Quando um politico diz nos seus discursos que está ao lado do povo, que visa incluir-se na politica para melhorar as nossas condições de vida pedindo o nosso voto prometendo congelar os preços, já está ciente que abordando este grave problema ele vence nas urnas. Depois divorcia-se do povo. Olha o povo com os olhos semi-cerrados. Com um orgulho que fere a nossa sensibilidade (JESUS, 2014, p. 38).

Pois, Carolina, você logrou dizer “adeus” (1977) antes do combinado; não fosse isso, teria visto que, apesar do Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990, o Brasil só viria a sair do Mapa da Fome no governo LULA. O pobre passou a ter acesso a benefícios sociais que lhes permitiria ter pão na mesa, filho na escola, alcançar o sonho – que já foi teu – da casa própria, ingresso nas universidades e muito mais, entretanto, essa mesma primitividade que você aludiu, provavelmente, foi a mesma que fez com que a classe média, ano passado (2016), clamasse pela volta da Ditadura Militar. Sabe, minha querida, não sei como, mas a cada dia que passa, o ser humano consegue ser mais e mais alienado.

… Eu já estava deitada quando ouvi as vozes das crianças anunciando que estavam passando cinema na rua. Não acreditei no que ouvia. Resolvi ir ver. Era a Secretaria da Saude. Veio passar um filme para os favelados ver como é que o caramujo transmite a doença anêmica. Para não usar as aguas do rio. Que as larvas desenvolve-se nas aguas. (…) Até a agua… que em vez de nos auxiliar, nos contamina. Nem o ar que respiramos, não é puro, porque jogam lixo aqui na favela.

Mandaram os favelados fazer mictorios.

[…]

Eu fui na Dona Julita. Ela deu-me café, sabão e pão. Na Avenida do Estado 1140 ganhei muito papel. Recebi 98 cruzeiros. Deu para comprar oleo, carne e açucar. Ganhei umas bananas, fiz doce. O José Carlos está mais calmo depois que botou os vermes, 21 vermes (JESUS, 2014, p. 57 -58).

Se hoje temos a capacidade de conhecer o significado, implacável, dos Determinantes Sociais da Saúde (DSS), das Necessidades Humanas Básicas (NHB), do legado do artigo 196 da Saúde lavrado e assegurado na Constituição Federal Brasileira, bem como de todas as lutas sociais que foram necessárias (vide a Reforma Sanitária, a 8a Conferência Nacional de Saúde, dentre outras) foi porque antes, muita, mas muita gente viveu e morreu indigente para despertar em outros tantos a necessidade de mudanças. Se temos condições de agradecer a existência deste Sistema Único de Saúde (SUS) – pautado na Universalidade, Integralidade e Equidade – é porque muita gente ousou bradar, reivindicar e lutar diante dos tentáculos irascíveis que O Capital solenemente conduziu e conduz.

A política inglória do país, por muito tempo, ceifou milhares de vidas, mas a consciência amalgamada de brasileiros diversos permitiu alcançar uma luz no fim do túnel (CONHECER A HISTÓRIA DO SUS É, INQUESTIONAVELMENTE, VITAL PARA QUE NÃO LOGREMOS A DESDITA DE PERDER ESSE QUE É UM MARCO DE VIDA E RESGATE DA DIGNIDADE DESTE PAÍS. ESSA CONQUISTA QUE TANTO CUSTOU, E CUSTA, A SE MANTER DE PÉ, PRECISA SER DEFENDIDA COM UNHAS E DENTES CONTRA OS ATAQUES DOS CANALHAS QUE NÃO PERDEM A OPORTUNIDADE DE EXPOR A SUA NECESSIDADE VIL DE SUCATEAR O CAPITAL HUMANO. PRECISAMOS ACORDAR ANTES QUE SEJA TARDE, POIS ATÉ O TARDE DEMAIS TEM HORA MARCADA PRA ACABAR!!).

Ler os diários de Carolina é voltar neste passado onde quem não tinha a carteira assinada e não contribuía com o Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS) dependia, exclusivamente, da própria sorte. É verificar que as chamadas ações da Vigilância Sanitária restringiam-se às poucas notas acerca dos casos de esquistossomose, dentre outros agravos, mas que, todavia, não resultava na prestação de assistência à saúde nem, tampouco, na entrega gratuita dos remédios.

Promoção, Prevenção, Recuperação e Reabilitação da saúde para quê? Não havia nada além do “fingir que faz” e o pague se puder, caso contrário, morra. Contudo, mais do que nunca, todo o cabedal do SUS tem sido ameaçado e se você aí, sentadinho no sofá, acredita que tanto faz como tanto fez pelo simples fato de não precisar pegar uma fila para a marcação de uma consulta, bom…, é porque não faz ideia da plasticidade deste sistema. E precisa conhecer, pois, desde o agente de endemias que vai à sua casa, às campanhas de vacinação, às redes de transplante, chegando até mesmo à vigilância lá dos salões de tatuagem que tu frequenta, tudo isso e MUUUUITO MAIS significa o poder de alcance do SUS. Portanto, meus bens, busquemos mais informações acerca deste que é o retrato do paradoxo que deu certo (se existe alguma relação com o Registro de Identidade de Deus – “Deus é Brasileiro” – não saberia afirmar; só sei que até mesmo o Obama andou tentando implantar algo superficialmente parecido pelas bandas de lá e não conseguiu. Parece que os outros nomes de Deus por aquelas bandas – Bolsa de Valores, Indústrias Farmacêuticas, Setor Imobiliário – tem andado muito cifradamente comprometido).

… Tem pessoas aqui na favela que diz que eu quero ser muita coisa porque não bebo pinga. Eu sou sozinha. Tenho três filhos. Se eu viciar no alcool os meus filhos não irá respeitar-me. Escrevendo isto estou cometendo uma tolice. Eu não tenho que dar satisfações a ninguem. Para concluir, eu não bebo porque não gosto, e acabou-se. Eu prefiro empregar o meu dinheiro em livros do que no alcool. Se você achar que eu estou agindo acertadamente, peço-te para dizer:

– Muito bem, Carolina!!

MUITOOOOOOOOOOOOOOOO BEEEEEEM, CAROLINA!!!

VAI, SUA LINDA, SER UMA MÃE TÃO PRIMOROSA ASSIM LONGE!!! *-*

… Hoje não temos nada para comer. Queria convidar os filhos para suicidar-nos. Desisti. Olhei meus filhos e fiquei com dó. Eles estão cheios de vida. Quem vive, precisa comer. Fiquei nervosa, pensando: será que Deus esqueceu-me? Será que ele ficou de mal comigo? (JESUS, 2014, p. 174).

A ONU lançou, recentemente, um novo boletim alardeando a questão do retorno obtuso do espectro da fome. As milhares de Carolinas mundo afora têm requerido urgência, mas o mundo tem andado esquecido das ações outras que não sejam apertar o botão curtir.

… Era 19 horas quando o senhor Alexandre começou a brigar com a sua esposa. Dizia que ela havia deixado seu relogio cair no chão e quebrar-se. Foi alterando a voz e começou a espancá-la. Ela pedia socorro. Eu não imprecionei, porque já estou acostumada com os espetaculos que ele representa. A Dona Rosa correu para socorrer. Em um minuto, a noticia circulou que um homem estava matando a mulher. Ele deu-lhe com um ferro na cabeça. O sangue jorrava. Fiquei nervosa. O meu coração parecia a mola de um trem em movimento. Deu-me dor de cabeça (JESUS, 2014, p. 184).

Essa é a supremacia masculina que violenta, humilha, mata e ultrapassa os séculos.

… Escrevi até tarde, porque estou sem sono. Quando deitei adormeci logo e sonhei que estava noutra casa. E eu tinha tudo. Sacos de feijão. Eu olhava os sacos e sorria. Eu dizia para o João:

Agora podemos dar um ponta-pé na miseria (JESUS, 2014, p. 185).

“Mas é preciso ter força,  é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre, quem traz no corpo  a marca Maria Maria, mistura a dor e a alegria… Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça,  é preciso ter sonho sempre, quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida…”

HUMANIDADE É PRA QUEM TEM. E CAROLINA MARIA TINHA QUE TRANSBORDAVA.

Curioos@s, permitam-se embriagar no relato dessa guerreira que lutou até o último minuto. Lhes garanto, resetar o modus operandi e resgatar as crenças, valores e bandeiras de luta,  que importam, é possível.

 

* JESUS, C. M. Quarto de Despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 10 ed., 2014.

P.S.// Inevitavelmente, sou levada a pensar em Estamira, outra grande mulher que merece ter sua história levada em consideração.

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8 comentários sobre “Resenha: Quarto de Despejo

    1. Douglas, que livro, hein? Quanta luta!! Já tô buscando outras leituras de Carolina. Precisamos discutir mais a vida sob outros pontos de vista, e, a posição e a voz dela gritam alto, principalmente, porque resvala realidade por todos os lados. Eu quero mais disso.
      Abração, querido!!

      Curtido por 1 pessoa

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