Mapa conceitual: O Casal que Mora ao Lado

 

Hoje não teremos resenha!

E como não rola a perspicácia do Caruso para as tirinhas, ficaremos com um mapa conceitual.

o casal

O Casal que Mora ao Lado

Confesso que ATÉ estava gostando do livro e me armando de argumentos para apresentá-lo, mas quando alcancei as páginas finais e vi que a autora cagou tudo, rapaz, fiquei com tanta raiva, e agradecendo às deusas por não estar de tpm (senão, estaria mais fula ainda), que tive que rir pra sentir que não perdi meu tempo à toa.

Se era pra chegar no final e desqualificar toda a minha tentativa de compreensão da personagem e relegá-la a mais um ícone trash besta, pooooooooorra…

E olhe que a escolha dos temas dá muito pano pra manga como, por exemplo, a depressão pós-parto, a vulnerabilidade emocional que capilariza diversas possibilidades de manipulação – inclusive, de mão dupla – e uma série de outras questões. Mas, perdi o tesão.

Juro juradinho que tentei, mas não rolou. E, sem sacanagem, se quando estrear no cinema rolar um negocinho duma emoção, sou capaz de encarar, afinal, tem sonoplastia e trilha sonora que, quando não salva todo o contexto, ao menos funciona como alternativa curioosa para determinadas situações (aqueles sons bizarros de Guerra dos Mundos me trazem umas lembranças tão engraçadas que sou obrigada a dizer que gosto daquilo. Vai entender…).

Se eu consegui encarar, e cochilar no cinema, Onze Homens e Um Segredo (estrelinha demais e pouco enredo. Não, eu ainda não mudei de tema e não fui para a seleção brasileira de futebol perdendo de 7 a 0 para a Alemanha, na Copa do Mundo de 2014. Por mim, pode até não ter estrela nenhuma, contato que role “sustança”, ou então, assume logo que “tá de boa na lagoa” que a gente não cria expectativa nenhuma e fica “tudo numa nice”), por quê não daria uma chance à esta belezinha? Vai que meliora, né?

Curioos@s, até breve!!!

Livro, gentilmente, enviado pelo Grupo Editorial Record em parceria com o blog Curioosamente.

* LAPENA, S. O casal que mora ao lado. Rio de Janeiro: Record, 2017.

 

 

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4 comentários sobre “Mapa conceitual: O Casal que Mora ao Lado

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