Resenha: Cegueira Moral

Cegueira Moral

Parece clichê, mas é vida real e que segue. Estava eu no consultório da ortodontista, mais precisamente na ante-sala da recepção cujo sinal de wifi é bom e obviamente usufruía desta atratividade, aguardando o meu momento de adentrar a sala, quando enxergo uma daquelas pilhas de revista que sempre ficam empoleiradas na mesinha (isso sim é clichê!). Começo a folhear um catálogo de arte, que nunca ouvi falar e também não me recordo o nome, e eis que vejo uma indicação de livro – Cegueira Moral a perda da sensibilidade na modernidade líquida, de Zygmunt Bauman – imediamente faço uso da internet e descubro que o livro, realmente, é muito interessante.

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