Resenha: Assim Falava Zaratustra

Assim Falava Zaratustra.

Comprei-o sem realizar uma prévia pesquisa acerca de qual editora seria a mais indicada, todavia, acredito que este exemplar, da Editora Vozes, me caiu muito bem devido às suas notas de rodapé que, mais do que nunca, foram bem-vindas, afinal Assim Falava Zaratustra não é um livro de bolso, ao contrário, é bastante denso.

Não sou conhecedora do universo de Nietzsche e este foi o meu primeiro contato com a sua obra, efetivamente, pois apenas conhecia alguns dos conceitos mais recorrentes; desta forma, movida pela curiosidade, alcancei o fruto de um intenso e elaborado trabalho; que, por sinal, muitos estudiosos o recomendam como uma espécie de última leitura, depois de nos familiarizarmos com os seus termos e ideias (dispostos em outras publicações como, Crepúsculo dos ídolos, Além do Bem e do Mal, Ecce Homo, Genealogia da Moral, Gaia Ciência), mas, enfim, fui intuitivamente conduzida e tratei de buscar outras referências para melhor compreendê-lo.

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