Mr. Nobody

Aaaaaaaaaaai, as palavras, o quanto me fisgam, me inebriam, me entorpecem, me distraem… Lê-las, ouvi-las, mostrá-las, encontrá-las, decifrá-las, tanto faz, só quero tê-las por perto… Todavia, confesso que sinto um enorme prazer em ouvir; a coisa se configura como uma espécie de momento de revelação, um momento onde o outro se doa e você recebe e vice-versa; um momento de perscrutar, de distinguir algo novo ou, simplesmente, de apreciar o que já se conhece, afinal, que graça teria a vida se não fossem as trocas? Que graça teria a vida se continuássemos a enclausurar o conhecimento?

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